Expressão nossa de cada dia
Posted On quarta-feira, 26 de novembro de 2008 at às 07:25 by Alan CunhaNa boa? Tô com mó preguiça de escrever por aqui. Pior, com preguiça e sem criatividade alguma. Pobre do Robnei que tem que trabalhar o dobro. Acho que é efeito da monografia. Toda minha criatividade, inteligência (ou o que restava dela) foi sugada para somar com os últimos esforços para terminar nos 45 do segundo tempo.
Em falar em "45 do segundo tempo", tenho uma mania de ficar colocando frases de efeito para expressar coisas totalmente inúteis, como o que eu acabei de digitar no parágrafo acima. Eu poderia muito bem escrever "e terminei no prazo final", mas sempre quero encaixar umas besteiras dessas. Contudo, algumas dessas analogias são verdadeiras pegadinhas.
Por exemplo, para dizer que alguém "se deu mal", eu poderia falar "ele enfiou o pé na jaca", que apesar no contexto está correto, a frase está erradíssima, o correto seria dizer: "ele enfiou o pé no jacá".
Em falar em "45 do segundo tempo", tenho uma mania de ficar colocando frases de efeito para expressar coisas totalmente inúteis, como o que eu acabei de digitar no parágrafo acima. Eu poderia muito bem escrever "e terminei no prazo final", mas sempre quero encaixar umas besteiras dessas. Contudo, algumas dessas analogias são verdadeiras pegadinhas.
Por exemplo, para dizer que alguém "se deu mal", eu poderia falar "ele enfiou o pé na jaca", que apesar no contexto está correto, a frase está erradíssima, o correto seria dizer: "ele enfiou o pé no jacá".
O legal é que apesar da frase está errada, aplicamos um novo contexto para ela, é o caso do clássico "Quem tem boca vai a Roma".
Ainda moleque, sempre ouvia isso quando queria saber como fazia pra chegar em algum lugar, pra falar a verdade, de vez enquando eu solto essa também (hehehe). Nunca passaria em minha cabeça que o certo seria "Quem tem boca vaia a Roma", o que nada tem a ver com a forma de comunicar-se para chegar onde quiser, e sim um forma de exortação à crítica política.
Quantas vezes você já chegou pra algum amigo (ou não) e disse: "Caracas, você é a cara do seu pai. Cuspido e escarrado."

Essa é forma escatológica de dizer que o filho é muito parecido com o pai. Porém, da próxima vez diga: "...você é a cara do seu pai. Esculpido em Carrara". Carrara é uma cidade italiana de onde se extrai o mais nobre e caro tipo de mármore, que leva o mesmo nome da cidade. Pra você ver como algo nobre pode se transformar em algo nojento.
Tem mais:
A batatinha quando nasce, espalha a rama e não "se esparrama";
Quem não tem cão, caça sozinho, ou seja, como gato e não "com gato";
E pra fechar, uma que foi a eterna dúvida de minha infância, a qual me perguntava como seria a cor do burro quando ele fugia. Apesar de minha imaginação já ser muito fértil desde de pequeno, descobri que o correto é "corro de burro quando foge", e que aquela cor que nunca aparecia na minha caixa de lápis coloridos era pura fantasia.
***
Esse post pareceu aqueles livros que lia quando criança... hehehe... mas isso é uma outra

Kramba...Só akÊ mesmo pra eu saber essas coisas...Rsrsrs...Jamais saberia a verdadeira origem desses ditos populares...Muito legal mesmo hem...
hahaha
Muito boa! Muito mesmo!
E quem disse que acabou a monografia?
Entramos na prorrogação! Oo'
Segunda é a decisão nos pênaltis.
(mais metáforas)